Após meses de especulações sobre o GPT-5, a OpenAI surpreendeu o mundo com o lançamento do OpenAI O1, um novo modelo que promete revolucionar a forma como interagimos com a inteligência artificial.
Mas qual é a grande diferença entre o O1 e seus antecessores, GPT-3 e GPT-4? A resposta, segundo Lucas, é a capacidade de raciocínio. O O1 não é simplesmente um modelo maior, com mais dados e uma janela de contexto mais ampla. Ele utiliza um sistema de múltiplos agentes que trabalham em conjunto para analisar as perguntas, quebrar tarefas complexas em etapas menores e, finalmente, gerar respostas mais inteligentes e precisas.
Para ilustrar esse novo nível de inteligência, Lucas compartilha um exemplo prático: ele pediu ao O1 para criar um projeto React, utilizando o ShadCNUI, mas sem usar frameworks. O modelo não apenas compreendeu a complexidade da tarefa, como também considerou as limitações do React e as alternativas de frameworks, como Next.js, antes de gerar o código.
O resultado foi impressionante: o código gerado pelo O1 funcionou perfeitamente de primeira, sem erros ou necessidade de ajustes. Isso demonstra a capacidade do modelo de entender nuances, avaliar soluções e tomar decisões inteligentes durante o processo de codificação.